Agradecemos a todos que passaram por aqui e deram seu apoio e compreensão. Com certeza sua força chegou até a Sra. Maria de Lurdes.
Infelizmente ela acabou desistindo do Eduardo, pois outra família recebeu a guarda do menino antes do julgamento do processo dela. Portanto ela preferiu não trazer transtornos para a criança e acabou com a "briga".
Novamente, obrigado pelo apoio a todos.
ps. a lista de petição foi fechada. Obrigado a quem assinou.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
terça-feira, 11 de março de 2008
Petição online
Foi criada uma petição online para que todos possam apoiar a Sra. Maria de Lurdes Furno da Silva (Malu Furno) e seu Filho Eduardo.
O endereço é http://www.gopetition.com/online/17627.html
O preenchimento da petição é muito rápido. Em menos de 1 minuto fica pronto. Ajude.
O endereço é http://www.gopetition.com/online/17627.html
O preenchimento da petição é muito rápido. Em menos de 1 minuto fica pronto. Ajude.
Levaram o meu filho, Me ajudem a trazê-lo de volta!
Eu sou uma mãe desesperada! No último dia 26/02/2008 nasceu o Eduardo, o meu primeiro filho do coração. A mãe
biológica do Eduardo e eu nos conhecemos durante a gestação. Eu a acompanhei até o nascimento do bebê e após o
nascimento ela o doou para mim através de uma declaração. Para tornar a situação legal, eu ingressei com uma
ação de guarda e pedido de adoção na justiça. O Eduardo chegou na minha casa no dia 28/02/2008 e desde então as
visitas se sucedem e minha casa se encheu de alegrias. À noite, ao acordar e vê-lo no berço ao meu lado, eu
agradecia a Deus por ele ter entrado na minha vida.
No dia 06/03/2008, fomos intimadas a comparecer em audiência, a mãe biológica e eu e também o bebê. Nesta
audiência, o promotor e o juiz entenderam que não havia afinidade entre a mãe biológica e eu e LEVARAM O MEU
BEBÊ EMBORA! O TIRARAM DOS MEUS BRAÇOS, ENQUANTO EU CHORAVA DESESPERADAMENTE. Eles o levaram para o Hospital
onde nasceu para ficar até que seja entregue ao primeiro casal da lista de adoção da cidade.
Mas ele é MEU FILHO! Ele estava bem cuidado e muito, mas muito amado em minha casa. Eu já o levei na pediatra,
para tomar vacina e fazer o teste do pezinho. Já encomendei um lindo quarto e papel de parede. Cuidei dele com
muito carinho. E também cuidei da mãe biológica com carinho. Isto não é afinidade?
Há dois anos, eu lancei o romance com o título "FILHOS DO CORAÇÃO". Se você teve oportunidade de ler algum
trecho ou alguém de seu relacionamento, você pode ter idéia do que eu penso sobre bondade, sobre doação e
adoção, sobre a gravidez ou falta dela, sobre como educar um filho, em valores e caráter. E também o que eu
penso sobre uma mãe que doa o seu filho: eu acredito que isto é um ato de amor. E foi isso que a mãe biológica
fez. E nos pareceres do promotor e do juiz foi alegado que ela não teve nenhum sentimento pelo filho, portanto
não poderia também ter a sua guarda. Foi alegado também que esta é a posição que a sociedade espera da justiça.
Vocês concordam com isso? É dessa falta de humanidade que a sociedade precisa? E o bebê? Ele foi tirado do seio
da minha família apenas porque o meu nome não é o primeiro da lista? E porque na exceção, quanto à afinidade,
eu e a mãe biológica não a temos?
Mas e o carinho que ele já recebeu? E o meu amor de mãe não conta? E a forma como eu a tratei nesse tempo?
Viajar mais de 150 quilômetros á noite, apenas para lhe levar um vidro de "Maracujinha" e para sair um pouco,
porque estava se sentindo angustiada? Mesmo sabendo que não era hora do bebê nascer, por várias vezes a visitei
para ampará-la, a tratar com carinho e respeito.
Consegui protocolar, juntamente com o advogado, apelação às 17:00 h do dia 07/03/2008. Somente consegui
retornar a Porto Alegre a tempo de estar na formatura do curso de Ciências Contábeis da Universidade Federal
do Rio Grande do Sul, onde, como paraninfa da turma eu deveria participar e fazer o discurso aos meus
afilhados. Com o coração partido, durante o discurso, aos prantos, eu falei para as pessoas presentes o que
tinha acontecido. Não consegui expressar tudo o que era necessário, mas senti todo o apoio que a sociedade
pode me dar. A platéia de pé, me aplaudiu e se emocionou. Meus alunos fizeram fila para me abraçar e dizer que
eu posso contar com eles. ME AJUDEM! Eu vou fazer de tudo, mas TUDO o que eu puder para trazer o Eduardo de
volta para a minha casa. Me ajudem, por favor! O tempo é meu inimigo! Se outra família se envolver, haverá mais
gente sofrendo. Eu vou lutar até o fim! Peço que façam listas de apoio, que discutam com amigos, vizinhos,
colegas e parentes. Quanto mais pessoas discutirem o assunto melhor, não importa onde, em qualquer lugar, me
ajudem a fazer uma corrente de amor para trazer o Eduardo de volta. Eu confio na sociedade, eu acredito no
coração de mãe que todas as mulheres têm. Me ajudem!
As leis são feitas para proteger a sociedade e não para nos esmagar. Nós não podemos sentir medo da Justiça!
Nós precisamos é poder confiar nela. Foi por este motivo QUE EU PEDI A INTERFERÊNCIA DO ESTADO.
Nós temos que mudar também a visão sobre as mães que não podem criar os seus filhos e que, com um gesto de amor
mantêm a gravidez até o final para lhes dar o bem mais precioso: a vida! Elas têm coração e precisam ser
amparadas. Assim as listas vão andar e não as tratando como destituídas de sentimentos, para que sintam medo da
justiça. O Eduardo é uma criança! Ele é O MEU BEBÊ, O MEU FILHO!
ME AJUDEM! Eu preciso de espaço para falar, associações de bairro, jornais, programas de rádio, de tevê.
Qualquer espaço é importante! Nós, como sociedade podemos mudar as INJUSTIÇAS! Passem esta corrente!
MEUS ALUNOS, DE TODAS AS ÉPOCAS, ONDE VOCÊS ESTIVEREM, PRECISO DE VOCÊS!! Vocês sabem o quanto eu os considero
na minha vida, agora eu preciso do seu apoio!
Eu preciso de ajuda de todas as pessoas, homens e mulheres, que têm em seu peito um coração de mãe. ME AJUDEM!
ME AJUDEM!!
Um beijo no seu coração!
Maria de Lurdes Furno da Silva (Malu Furno)
biológica do Eduardo e eu nos conhecemos durante a gestação. Eu a acompanhei até o nascimento do bebê e após o
nascimento ela o doou para mim através de uma declaração. Para tornar a situação legal, eu ingressei com uma
ação de guarda e pedido de adoção na justiça. O Eduardo chegou na minha casa no dia 28/02/2008 e desde então as
visitas se sucedem e minha casa se encheu de alegrias. À noite, ao acordar e vê-lo no berço ao meu lado, eu
agradecia a Deus por ele ter entrado na minha vida.
No dia 06/03/2008, fomos intimadas a comparecer em audiência, a mãe biológica e eu e também o bebê. Nesta
audiência, o promotor e o juiz entenderam que não havia afinidade entre a mãe biológica e eu e LEVARAM O MEU
BEBÊ EMBORA! O TIRARAM DOS MEUS BRAÇOS, ENQUANTO EU CHORAVA DESESPERADAMENTE. Eles o levaram para o Hospital
onde nasceu para ficar até que seja entregue ao primeiro casal da lista de adoção da cidade.
Mas ele é MEU FILHO! Ele estava bem cuidado e muito, mas muito amado em minha casa. Eu já o levei na pediatra,
para tomar vacina e fazer o teste do pezinho. Já encomendei um lindo quarto e papel de parede. Cuidei dele com
muito carinho. E também cuidei da mãe biológica com carinho. Isto não é afinidade?
Há dois anos, eu lancei o romance com o título "FILHOS DO CORAÇÃO". Se você teve oportunidade de ler algum
trecho ou alguém de seu relacionamento, você pode ter idéia do que eu penso sobre bondade, sobre doação e
adoção, sobre a gravidez ou falta dela, sobre como educar um filho, em valores e caráter. E também o que eu
penso sobre uma mãe que doa o seu filho: eu acredito que isto é um ato de amor. E foi isso que a mãe biológica
fez. E nos pareceres do promotor e do juiz foi alegado que ela não teve nenhum sentimento pelo filho, portanto
não poderia também ter a sua guarda. Foi alegado também que esta é a posição que a sociedade espera da justiça.
Vocês concordam com isso? É dessa falta de humanidade que a sociedade precisa? E o bebê? Ele foi tirado do seio
da minha família apenas porque o meu nome não é o primeiro da lista? E porque na exceção, quanto à afinidade,
eu e a mãe biológica não a temos?
Mas e o carinho que ele já recebeu? E o meu amor de mãe não conta? E a forma como eu a tratei nesse tempo?
Viajar mais de 150 quilômetros á noite, apenas para lhe levar um vidro de "Maracujinha" e para sair um pouco,
porque estava se sentindo angustiada? Mesmo sabendo que não era hora do bebê nascer, por várias vezes a visitei
para ampará-la, a tratar com carinho e respeito.
Consegui protocolar, juntamente com o advogado, apelação às 17:00 h do dia 07/03/2008. Somente consegui
retornar a Porto Alegre a tempo de estar na formatura do curso de Ciências Contábeis da Universidade Federal
do Rio Grande do Sul, onde, como paraninfa da turma eu deveria participar e fazer o discurso aos meus
afilhados. Com o coração partido, durante o discurso, aos prantos, eu falei para as pessoas presentes o que
tinha acontecido. Não consegui expressar tudo o que era necessário, mas senti todo o apoio que a sociedade
pode me dar. A platéia de pé, me aplaudiu e se emocionou. Meus alunos fizeram fila para me abraçar e dizer que
eu posso contar com eles. ME AJUDEM! Eu vou fazer de tudo, mas TUDO o que eu puder para trazer o Eduardo de
volta para a minha casa. Me ajudem, por favor! O tempo é meu inimigo! Se outra família se envolver, haverá mais
gente sofrendo. Eu vou lutar até o fim! Peço que façam listas de apoio, que discutam com amigos, vizinhos,
colegas e parentes. Quanto mais pessoas discutirem o assunto melhor, não importa onde, em qualquer lugar, me
ajudem a fazer uma corrente de amor para trazer o Eduardo de volta. Eu confio na sociedade, eu acredito no
coração de mãe que todas as mulheres têm. Me ajudem!
As leis são feitas para proteger a sociedade e não para nos esmagar. Nós não podemos sentir medo da Justiça!
Nós precisamos é poder confiar nela. Foi por este motivo QUE EU PEDI A INTERFERÊNCIA DO ESTADO.
Nós temos que mudar também a visão sobre as mães que não podem criar os seus filhos e que, com um gesto de amor
mantêm a gravidez até o final para lhes dar o bem mais precioso: a vida! Elas têm coração e precisam ser
amparadas. Assim as listas vão andar e não as tratando como destituídas de sentimentos, para que sintam medo da
justiça. O Eduardo é uma criança! Ele é O MEU BEBÊ, O MEU FILHO!
ME AJUDEM! Eu preciso de espaço para falar, associações de bairro, jornais, programas de rádio, de tevê.
Qualquer espaço é importante! Nós, como sociedade podemos mudar as INJUSTIÇAS! Passem esta corrente!
MEUS ALUNOS, DE TODAS AS ÉPOCAS, ONDE VOCÊS ESTIVEREM, PRECISO DE VOCÊS!! Vocês sabem o quanto eu os considero
na minha vida, agora eu preciso do seu apoio!
Eu preciso de ajuda de todas as pessoas, homens e mulheres, que têm em seu peito um coração de mãe. ME AJUDEM!
ME AJUDEM!!
Um beijo no seu coração!
Maria de Lurdes Furno da Silva (Malu Furno)
O porquê deste blog
Foi criado exclusivamente para postar o texto a seguir, que fala da injustiça com uma mãe e seu filho adotivo.
Leiam e passem adiante.
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